Para aqueles que precisam de alguma forma utilizar o Microsoft Windows por dependência de algum software relacionado ao dia-a-dia mas não querem deixar de lado muitas facilidades que padrões POSIX oferecem, o Cygwin parece uma solução bastante interessante.
O objetivo do Cygwin é criar um ambiente Linux-like dentro do Windows permitindo que diversas aplicações possam ser instaladas sobre a própria plataforma. O mais interessante é que muitas aplicações estão, de fato, disponíveis.
Eu particularmente utilizei o Cygwin durante algum tempo, garantindo que pudesse fazer uso do GNU Build System (para quem não conhece, leia "Conhecendo o autoconf e automake") dentro do Windows Vista quando utilizava o laptop na bateria (infelizmente existem muitas optimizações para controle de energia feitas entre fabricantes e Microsoft, e eu não poderia perder minhas 7 horas de autonomia).
Desta forma, eu poderia usar o Eclipse/Emacs completamente integrado com as ferramentas, fazendo com que meu dia-a-dia de desenvolvimento não fosse tão contrastante, e realmente, a coisa funciona.
Talvez uma pergunta, por que não usar algum virtualizador? A resposta é simples, virtualizadores consomem bastaaaaaaante recurso do equipament, e isso conseqüentemente caíria sobre o tempo de autonomia da bateria.
Mas bem, a instalação do Cygwin é bastante simples. Um instalador é copiado diretamente do site www.cygwin.com e a partir dele são categorizados todos os softwares (similar a instalações antigas de distribuições GNU/Linux) para que possam ser instalados.
Depois do processo de instalação, existe um shell do Cygwin, mas as ferramentas, dentro do possível, também ficam disponíveis através do cmd.exe. É possível trabalhar inclusive com o X Window System, mas pra mim já seria demais :-)
O mais importante, no meu caso, é que o Cygwin emula toda a API de desenvolvimento por instalar também a (g)libc. Desta forma, tanto o código de Hello world quanto o Makefile funcionariam perfeitamente dentro do Windows.
Bom, estes são meus 50 centavos!
- Cassio
O objetivo do Cygwin é criar um ambiente Linux-like dentro do Windows permitindo que diversas aplicações possam ser instaladas sobre a própria plataforma. O mais interessante é que muitas aplicações estão, de fato, disponíveis.
Eu particularmente utilizei o Cygwin durante algum tempo, garantindo que pudesse fazer uso do GNU Build System (para quem não conhece, leia "Conhecendo o autoconf e automake") dentro do Windows Vista quando utilizava o laptop na bateria (infelizmente existem muitas optimizações para controle de energia feitas entre fabricantes e Microsoft, e eu não poderia perder minhas 7 horas de autonomia).
Desta forma, eu poderia usar o Eclipse/Emacs completamente integrado com as ferramentas, fazendo com que meu dia-a-dia de desenvolvimento não fosse tão contrastante, e realmente, a coisa funciona.
Talvez uma pergunta, por que não usar algum virtualizador? A resposta é simples, virtualizadores consomem bastaaaaaaante recurso do equipament, e isso conseqüentemente caíria sobre o tempo de autonomia da bateria.
Mas bem, a instalação do Cygwin é bastante simples. Um instalador é copiado diretamente do site www.cygwin.com e a partir dele são categorizados todos os softwares (similar a instalações antigas de distribuições GNU/Linux) para que possam ser instalados.
Depois do processo de instalação, existe um shell do Cygwin, mas as ferramentas, dentro do possível, também ficam disponíveis através do cmd.exe. É possível trabalhar inclusive com o X Window System, mas pra mim já seria demais :-)
O mais importante, no meu caso, é que o Cygwin emula toda a API de desenvolvimento por instalar também a (g)libc. Desta forma, tanto o código de Hello world quanto o Makefile funcionariam perfeitamente dentro do Windows.
Bom, estes são meus 50 centavos!
- Cassio
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